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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Comissão aprova obrigatoriedade de fornecimento de canudos embalados

Imagem: Morguefile

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (1), o Projeto de Lei 673/07, que obriga os bares, restaurantes, lanchonetes, casas de shows e vendedores ambulantes a fornecer canudos hermeticamente embalados.

Conforme o projeto, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), o descumprimento da medida sujeitará a multa de R$ 5 mil, que pode ser dobrada em caso de reincidência. O valor da multa será atualizado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Relator no colegiado, o deputado Misael Varella (DEM-MG) concordou que a ideia garante condições de higiene aos consumidores.

“Esses materiais, quando guardados e dispensados sem proteção individual, podem ser repositório de bactérias, vírus e fungos patogênicos, com consequências imprevisíveis em casos de epidemias”, argumentou o parlamentar.

Tramitação
O projeto, já aprovado em versão diferente na Comissão de Defesa do Consumidor, ainda será analisado, de forma conclusiva, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Rede de fast food cria embalagem especial para ciclistas

Na onda das ciclofaixas e ciclovias, a gigante rede de fast food McDonald´s, sempre atenta as novas tendências, percebeu que o mercado biker pode ser muito lucrativo. E de olho neste filão, está lançando uma nova caixinha para viagem feita especialmente para os ciclistas.

Desenhada pela agência de publicidade Tribal, de Buenos Aires, na Argentina, a novidade traz recipientes inteligentes para as viagens sobre duas rodas, feitos de papelão reciclável. A embalagem deve ser pendurada no guidão, e acomoda a refeição completa: sanduíche, batata frita e refrigerante. Cada um no seu lugar, sem cair ou desmontar. Tudo de forma prática e segura! Nos locais onde essa embalagem está disponível, o ciclista pode passar no drive-thru e pegar a sua comida, como se estivesse em um carro.

Além da capital da Argentina, o McBike também está sendo introduzido em Copenhague, na Dinamarca, e Medellín, na Colômbia. Outras cidades amigas da bicicleta, como Amsterdã e Tóquio, devem ser as próximas a aderirem a novidade. Ainda não há previsão para a chegada ao Brasil.


Fontes: Hypescience
               Bike é legal
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mini-chef em 3D prepara pratos na frente dos clientes

Um restaurante na Bélgica utilizou-se da animação em 3D para interagir com os seus clientes de uma maneira inovadora e divertida. A ação que se chama “Le Petit Chef” consiste em uma técnica que mistura animação em 3D e motion Capture, dando vida a um mini-chef, que prepara os pratos dos clientes na frente deles, sobre a mesa do restaurante. 

Através de uma projeção, o minúsculo chefe sai de um bueiro que se abre na mesa, e transforma os pratos dos clientes em  grelhas, e lá ele corta um talo de brócolis, joga batatas e cenouras na grelha, além de enfrentar uma mosca chata, que fica voando em volta, tentando atrapalhá-lo.

Imagem: Youtube

A criação e produção são de Antoon Verbeeck e Filip Sterckx, da Skullmapping.

Confira o projeto, no vídeo a seguir:


Fontes: Update or Die
               PSFK
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terça-feira, 23 de junho de 2015

Caixas de pizza da Pizza Hut viram projetores de filme

A Pizza Hut está querendo criar uma nova tradição: unir a pizza com o cineminha! Para isso criou uma caixa de pizza desenvolvida especialmente para os cinéfilos: a Blockbuster Pizza Box. A novidade, que foi idealizada em conjunto com a Ogilvy & Mather HK, transforma a embalagem de pizza em um verdadeiro projetor de cinema, reproduzindo a imagem na parede.

Imagem: Vimeo

A ação que teve início em Hong Kong, entrega aos clientes que pedem a redonda pelo delivery, cinco versões diferentes de arte. E dentro, ao invés daquelas clássicas mesinhas brancas que seguram os pedaços, você encontra uma lente de projeção. E aí é só encaixar a lente em um buraco destacável, colocar o smartphone dentro da caixa seguindo as instruções e pronto. 

A Pizza Hut ainda coloca um código para o cliente acessar com o celular e assistir a alguns filmes curtos. A ideia criativa ajuda a marca a associar seu produto a um momento especial, de diversão e lazer para o consumidor

Certamente a reprodução da caixa em grande escala é inviável, mas as poucas unidades da iniciativa já servem para conseguir um grande retorno em boca a boca e mídia espontânea.

Entenda melhor como funciona a novidade, no vídeo a seguir:


Fontes: Tecmundo
              Comunicadores
              Exame
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terça-feira, 16 de junho de 2015

Restaurantes do Rio aderem ao Movimento Lixo Zero

O índice de reciclagem da cidade do Rio de Janeiro é de apenas 0,43%. E esse calculo sequer considera os chamados grandes geradores de lixo, que são pessoas físicas ou jurídicas que produzem mais de 120 litros de resíduos por dia. O Movimento Lixo Zero foi fundando no final de 2014, no Rio de Janeiro, com o objetivo de viabilizar a reciclagem entre esses grandes geradores, através de um sistema próprio de coleta seletiva, com encaminhamento dos resíduos às cooperativas de separação de material reciclável da cidade. 

Depois de um período de estruturação, no último mês de maio, o MLZ entrou em operação efetiva, e já conta com a adesão de vários estabelecimentos cariocas, como os restaurantes CT Brasserie, CT Boucherie, Olympe e Rede Lapamaki, dos quais foram contabilizados, neste período, cerca de 9 mil quilos de resíduos recicláveis. A rede Cafeína, Gula Gula, Bibi Sucos, La Carioca, Le Pain, Jojo Bistro e o Hotel Arena também se associaram e estão em vias de começar o processo de coleta. 

Imagem: Morguefile

“Nossa missão é viabilizar a reciclagem para supermercados, restaurantes, shopping centers e hotéis, e todos os estabelecimentos que geram grandes volumes de resíduos diariamente. Pelo sistema convencional, quem decide reciclar seus resíduos paga muito caro, pois os custos com transporte para a coleta seletiva chegam a dobrar. Nosso sistema veio justamente para tornar a reciclagem vantajosa em termos financeiros (além de ambientais), pois só assim conseguimos estimular essa atividade no setor privado. Basicamente, oferecemos um transporte personalizado e mais em conta, funcionando como uma ponte entre o estabelecimento associado e as cooperativas de material reciclável˜, explica Alfredo Piragibe, presidente do Instituto Lixo Zero. 

Ele frisa que um dos objetivos do MLZ é estimular a chamada economia do “lixo" (uma palavra que, aos poucos, está caindo em desuso). “Para nós não existe a palavra `lixo` ou `resíduo`. Os recicláveis são matéria-prima valiosa que alimenta uma cadeia produtiva próspera e gera emprego e renda para quem mais precisa", reforçou ele. 

Só no primeiro mês de coleta seletiva da rede de restaurante japonês Lapamaki, com unidades em Copacabana e Ipanema, foram removidos 3.600kg de recicláveis. “E esse montante corresponde a apenas 10% dos resíduos totais gerados pelo restaurante. Em média, 47% dos resíduos totais de um único gerador podem ser encaminhados para reciclagem. No caso do Lapamaki, o objetivo é chegar a 30% nos próximos 60 dias”, estimou Piragibe. Os estabelecimentos que conseguirem atingir a meta dos 30% serão identificados com o selo Lixo Zero. 

Segundo o presidente, todo associado será informado a respeito do quanto de seus resíduos foram efetivamente reciclados e o quanto foi convertido em renda para as cooperativas e mitigação dos impactos ambientais. Neste cenário, no primeiro mês de coleta, o Lapamaki, além de economizar com transporte, gerou cerca de R$ 540,00 para a cooperativa que recebeu seu material. "Ainda iremos realizar uma gravimetria dos resíduos para avaliar a questão dos impactos”, explicou Piragibe.

A meta do MLX é chegar ao final de 2015 com a adesão de pelo menos 100 estabelecimentos.

Conheça mais do Movimento Lixo Zero 

Além de oferecer serviços de transporte que buscam os resíduos reciclados diariamente, a custos mais acessíveis, o MLZ atua com dois outros braços principais: oferece treinamento aos funcionários dos estabelecimentos associados; e atua junto às cooperativas de material reciclável, prestando auxilio para a regularização e legalização desses organismos. 

Treinamento 

Assim que aderem ao movimento, os associados recebem treinamento, para que os funcionários aprendam a fazer a coleta seletiva. “Nesse workshop, ensinamos não só a identificar o material reciclável, como a limpá-lo, não contaminá-lo, e damos dicas de compactação do montante gerado, no próprio local. A reorganização dos resíduos descartados é fundamental para reduzir os custos com o descarte, que é medido pelo volume”, explica Fred Neumann, ministrante do curso de capacitação, ressaltando que trata-se de um processo continuo. “Depois de finalizar o workshop, mantemos o acompanhamento sobre a coleta e a destinação final do que é descartado”, esclarece. 

Atuação junto às cooperativas

O Rio de Janeiro conta com cerca de 60 cooperativas de separação de material reciclável. A maioria atua de maneira irregular, com estrutura deficiente. ”Estamos estruturando as cooperativas a receberem os resíduos. Muitas delas os recebem e os revendem para uma cooperativa maior, dada a falta de condições. Além disso, estamos prestando orientações jurídicas e administrativas para a regularização", acrescenta. 

A realidade é que essas organizações tentam sobreviver num sistema de poucos incentivos à reciclagem, orquestrado por uma lógica tributária que onera quem quer reciclar. A matéria-prima virgem, por exemplo, ainda é 20% mais barata que a reciclada. Ao vender PET usado em outro estado, paga-se um ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 12%. Já na hora de importar uma matéria-prima-virgem, essa chega mais barata, com incentivo fiscal de 9%. "A situação das cooperativas é desoladora. Muitas estão fechando suas portas. E outras são organizações apenas de fachada", explicou Piragibe. 

Tratamento dos resíduos orgânicos

Os restaurantes associados ao Movimento Lixo Zero contam ainda com a possibilidade de destinar corretamente os resíduos orgânicos. De acordo com Piragibe, nesse caso, em termos financeiros, ainda é mais vantajoso enviar os resíduos aos aterros sanitários. “Mas, mesmo assim, os nossos associados estão vendo a iniciativa com bons olhos, pois trata-se de um diferencial para a marca e tende a funcionar como um critério na hora do cliente decidir em qual restaurante irá almoçar”, aposta Piragibe.

Via: Dino
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Tendência do Fast Good muda décor de restaurantes

Imagem: Morguefile

Além de boa comida, os restaurantes devem oferecer bom atendimento e, sobretudo, um local agradável para que os clientes façam suas refeições com qualidade. A decoração é aliada desses estabelecimentos ajudando-os a promover uma experiência única aos seus clientes

A tendência do fast food está dando lugar ao fast good. Além de comida rápida e de boa qualidade, o cliente tem necessidade de um local aconchegante, que proporcione bem-estar, tornando a hora das refeições mais prazerosa. O momento deve ser completo: atendimento, comida e ambiente precisam estar no mesmo padrão, garantindo uma experiência marcante.

“Atualmente, a concorrência é grande. Franquias multinacionais, restaurantes de pequeno, médio e grande porte já estão por todos os cantos da cidade. A arquitetura e o design de interiores entram nesse momento como fortes aliados dos empresários, valorizando a marca e criando um diferencial que possa ser usufruído pelo cliente, tornando sua experiência agradável e fazendo com que ela seja sempre lembrada”, destaca a arquiteta Marina Dubal, do escritório DAD Arquitetura .

Para valorizar a marca e propor diferenciais aos clientes de restaurantes, alguns pontos são fundamentais, como explica a designer de ambientes Fabiana Visacro : “ Os desejos do cliente e a intenção da marca deve ser transmitida no espaço comercial de forma clara e, ao mesmo tempo, natural. Por isso, o brienfing com o cliente é muito importante é por meio disso que saberemos com profundidade o perfil dos clientes e as demandas por eles criadas, os serviços oferecidos no local e o relacionamento pretendido entre empresa e cliente”.

Na prática isso se traduz em investimentos em itens como fachadas, cores, revestimentos, iluminação e outros. “Para atrair o consumidor, a fachada do restaurante deve ser atrativa e, para isso, não há nada melhor que investir em cores e em outros elementos que chamem a atenção dos transeuntes. Em um de nossos projetos, por exemplo, usamos madeira, pedras naturais e uma fonte d’água na fachada. Tudo isso tornou o local mais acolhedor e sedutor aos olhos do cliente”, comenta a designer de interiores Rosângela Guerra, do escritório Situar Projetos . 

Marina acrescenta: “Cores certas, revestimentos que sejam duráveis e que agreguem valor ao espaço, tudo isso é considerado no momento de se projetar uma loja de shopping ou restaurante de rua. Os móveis também devem ser corretamente projetados respeitando a ergonomia do cliente, alturas confortáveis para se servir, sentar, pagar, todos esses detalhes devem ser avaliados”.

Quem quer se destacar em meio à concorrência, deve apostar nesses diferenciais. “Primeiro recito é que o restaurante transmita a sensação de limpeza, higienização. Isso trará mais segurança ao consumidor. O conforto também não deve ser esquecido, por isso deve-se investir em um bom mobiliário, na acústica do espaço e no ar condicionado. Outro item importante é o investimento em uma boa comunicação visual que orientará de forma eficiente o cliente deixando-o mais confortável no ambiente”, conclui o arquiteto Eduardo Henrique, do escritório Situar Projetos.

Para fazer o download das fotos em alta, por favor, acesse este link: http://we.tl/cMgDKdl0nh

Mais informações e agendamento de entrevistas:
MÃO DUPLA COMUNICAÇÃO
Ana Paula Horta
(31) 9852-7018
Fernanda Pinho
(31)8431-7240 

Via: Dino
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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Rede de fast-food substitui tradicional papel em bandejas por teclado wireless

Fininhos e resistentes à sujeira, os teclados substituíram o papel das bandejas e foram sucesso nas lojas da rede de fast food

Imagem: Vimeo

Muitos clientes aproveitam a hora da refeição para mexer no smartphone, responder mensagens e verificar as redes sociais. No entanto, para quem vai a uma rede de fast food, muitas vezes sujar as mãos faz parte da hora de comer, e aí provavelmente o resultado é uma tela toda engordurada.

Visando o bem estar de seus clientes, evitando este tipo de situação desagradável, o KFC da Alemanha lançou uma novidade chamada Tray Typer, um teclado wireless bem fininho que eram colocados no lugar dos tradicionais papéis de fundo de bandejas da rede.

O teclado conectava com os smartphones e tablets via Bluetooth. Para utilizar, bastava que os clientes ligassem o teclado no botão indicado.

O projeto foi criado pela Serviceplan, que afirmou que os teclados eram reutilizáveis, mas a maioria dos objetos foram perdidos, já que muitos dos usuários não fizeram a devolução como solicitado. 

Veja no vídeo como a novidade funciona:

KFC - Tray Typer from This is for the jury on Vimeo.

Fonte: B9
            Adnews
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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Embalagem para viagem de fast-food vira bandeja

– "Para comer aqui ou para viagem?"

Esta pergunta tão comum na hora de finalizar o pedido, pode perder o sentido daqui algum tempo. Isso porque o McDonald’s de Budapeste, na Hungria, resolveu criar uma embalagem híbrida que é uma sacola que vira bandeja.

Pensando que a praticidade é o que as pessoas que frequentam os restaurantes de fast-food sempre querem, a rede McDonald’s juntamente com a agência DDB Budapeste, criaram a BagTray, uma nova sacola de papel ‘2 em 1′. Uma bandeja-para-viagem, genial e muito bem pensada!

Basta puxar a parte picotada da embalagem para transformar a sacola em uma bandeja. Isso possibilita ao cliente decidir o momento em que ele quer que a embalagem deixe de ter a função de “alça que seja fácil de carregar” para “bandeja que mantenha a comida no mesmo lugar”, facilitando muito o consumo dos lanches em qualquer lugar. Uma ideia simples, mas que gera uma experiência de consumo mais conveniente em locais como carros, parques ou até no escritório.


Por enquanto a embalagem está em fase de teste, portanto a empresa ainda não tem planos de ampliar essas embalagens de forma mundial. Mas se a moda pegar e o público aprovar, é algo que chegará rapidinho aqui no Brasil!

Confira no vídeo abaixo a apresentação da BagTray do McDonald's:



Fonte: Comunicadores
            Arquitetura de informação
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terça-feira, 12 de maio de 2015

Restaurantes lançam pratos com encaixe para smartphones fotografarem a comida

Como o número de pessoas que fotografam os seus pratos antes da refeição, e publicam nas redes sociais é muito grande, dois restaurantes em Tel Aviv, Israel, se uniram em um projeto que torna mais fácil a vida dos clientes que gostam de exibir os seus pratos para os amigos.

Juntando gastronomia e tecnologia, o Foodography é um projeto com duas receitas gourmet, que se baseiam em um menu elaborado com vinho, e servidas em pratos que vêm com suporte acoplado para celulares, no ângulo certo para registrar a melhor foto. A experiência que dura uma hora, custa US$155,00, estará nos cardápios dos restaurantes Carmel Winery e Catit até junho deste ano.

A ação tem o objetivo de reconectar os dois restaurantes à uma nova geração de clientes que adora postar as suas refeições nas redes sociais através do smartphone. As fotos registradas durante a experiência podem ser vistas no Instagram, com a hashtag #fdgr

Os dois pratos deste projeto são "The Limbo" e "The 360º". O "The Limbo" possui um encaixe para o smartphone em uma extremidade, e uma grande curva na outra, que funciona como um plano de fundo para a foto. Já o “The 360º” mantém a câmera na lateral do prato além de ter uma superfície giratória em que permite capturar, facilmente, vistas de 360º em vídeos curtos.

Imagem "The Limbo": YouTube

Imagem "The 360º": YouTube

Além dos designs inovadores dos pratos, um fotógrafo irlandês renomado foi convidado para ministrar um workshop sobre técnicas de fotografia gastronômica enquanto os clientes comem. Com o sucesso do projeto, de acordo com a Carmel Winery, a adega já aumentou as suas vendas em 13% desde o lançamento da ação. Confira o vídeo de divulgação, a seguir:



Fonte: Divirta-se
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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Rede de hambúrgueres instala grelhas gigantes em pontos de ônibus

O Burger King de Madrid, na Espanha, se utilizou de uma estratégia de marketing de guerrilha para promover seus lanches nas ruas. Buscando divulgar os seus principais diferenciais, que são as carnes grelhadas e o seu cheiro inconfundível, a rede Burger King, em conjunto com a agência La Despensa, criou uma espécie de "grelha gigante" nos pontos de ônibus da capital espanhola, que exalavam o cheiro, o calor, e a fumaça de um Whopper sendo grelhado.

Imagem: YouTube

Para criar este efeito, foi utilizado um letreiro interativo, imitando a aparência da grelha em pleno funcionamento, que emitia calor, fumaça e o perfume inconfundível do Whopper pronto. Impossível não despertar a vontade de comer um hambúrguer em quem passava pelo anúncio! E aproveitando a deixa, a grelha indicava o Burger King mais próximo.

O marketing sensorial foi muito bem explorado nesta ação, confira as reações no vídeo a seguir:



Fonte: Comunicadores
             Controlpublicidad.com
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